(Source: i-nstagrampic, via bedauerlich)

(Source: re-novada, via in--flames)

(Source: noitedia, via doyoulikeparty)

“Eu sei que tá tudo acabado, mas como adolescente clichê que chora vendo comédia romântica, eu não poderia deixar de escrever um texto de despedida, ou talvez, quem sabe, de reconciliação. Porque ontem debaixo do chuveiro absurdamente quente demais para o verão, eu fiquei chorando feito um neném que deixou a chupeta cair no chão. Me senti num daqueles filmes estilo Titanic, só que mais gorda que a atriz principal, e com catarro escorrendo pelo nariz. Por ironia do destino escorreguei no sabonete e bati o joelho no chão. Comecei a chorar pensando que nada mais daria certo pra mim. Que depois de perder você, eu perderia um pouco mais da minha vontade de viver. Com um drama altíssimo, eu percebi também que nada fiz pra te fazer ficar. Errei, magoei, mas em nenhum momento pedi desculpas. Porque o meu orgulho é tão filho da puta quanto aquele sabonete que me fez cair. Eu quero você, eu preciso de você, mas tenho medo de gritar isso pra ti, e em resposta você sussurrar um obrigado. Eu sou insegura, eu sou ciumenta, eu sou imprevisível. Não sou garantia pra vida toda mas por enquanto, sou aquela que te ama mesmo quando você tá longe. Sou aquela que te abraça no frio e te molha no calor. Sou aquela que te ama mesmo quando tá apaixonado por outra. Eu disse que sou errada. mas nunca, em momento nenhum, disse que não te amava. E agora, olhando pra parede do meu quarto, eu percebo o quanto queria estar trocando sms contigo, ou até mesmo chorando por uma briga nossa. Eu só queria estar com você, mesmo quando você não quer estar comigo. Porque eu sou insuportável e extremamente irritante. Sou mimada, infantil e totalmente pirralha. Eu sou sim, a criança que briga, bate e xinga, mas também sou aquela que chora, faz manha e precisa de carinho. Sou sensível e um pouco romântica, mas o meu coração, essa coisa que está aqui dentro de mim, dá pulos só de ouvir a tua voz. E quantas vezes for preciso, por mais que sejam muitas, eu irei atrás de você feito uma criança atrás do carrinho de sorvete. Você me faz feliz, me faz bem, e me irrita mais do que qualquer outra pessoa que eu tenha conhecido. Eu te amo, mas o suficiente para me fazer imaginar cenas que o horário talvez não me permita contar. E se você não se sente assim, se você pretende me esquecer, tudo bem, vá em frente e esqueça a garota que te passava horas no telefone com você. E se algum dia você resolver vir atrás de mim… eu estarei aqui te esperando, porque eu ainda não tomei todo o sorvete, e dá próxima vez que o carrinho passar, eu vou agarrá-lo com tanta força, que ele nunca mais vai sair do meu lado.”

“Eu sei que tá tudo acabado, mas como adolescente clichê que chora vendo comédia romântica, eu não poderia deixar de escrever um texto de despedida, ou talvez, quem sabe, de reconciliação. Porque ontem debaixo do chuveiro absurdamente quente demais para o verão, eu fiquei chorando feito um neném que deixou a chupeta cair no chão. Me senti num daqueles filmes estilo Titanic, só que mais gorda que a atriz principal, e com catarro escorrendo pelo nariz. Por ironia do destino escorreguei no sabonete e bati o joelho no chão. Comecei a chorar pensando que nada mais daria certo pra mim. Que depois de perder você, eu perderia um pouco mais da minha vontade de viver. Com um drama altíssimo, eu percebi também que nada fiz pra te fazer ficar. Errei, magoei, mas em nenhum momento pedi desculpas. Porque o meu orgulho é tão filho da puta quanto aquele sabonete que me fez cair. Eu quero você, eu preciso de você, mas tenho medo de gritar isso pra ti, e em resposta você sussurrar um obrigado. Eu sou insegura, eu sou ciumenta, eu sou imprevisível. Não sou garantia pra vida toda mas por enquanto, sou aquela que te ama mesmo quando você tá longe. Sou aquela que te abraça no frio e te molha no calor. Sou aquela que te ama mesmo quando tá apaixonado por outra. Eu disse que sou errada. mas nunca, em momento nenhum, disse que não te amava. E agora, olhando pra parede do meu quarto, eu percebo o quanto queria estar trocando sms contigo, ou até mesmo chorando por uma briga nossa. Eu só queria estar com você, mesmo quando você não quer estar comigo. Porque eu sou insuportável e extremamente irritante. Sou mimada, infantil e totalmente pirralha. Eu sou sim, a criança que briga, bate e xinga, mas também sou aquela que chora, faz manha e precisa de carinho. Sou sensível e um pouco romântica, mas o meu coração, essa coisa que está aqui dentro de mim, dá pulos só de ouvir a tua voz. E quantas vezes for preciso, por mais que sejam muitas, eu irei atrás de você feito uma criança atrás do carrinho de sorvete. Você me faz feliz, me faz bem, e me irrita mais do que qualquer outra pessoa que eu tenha conhecido. Eu te amo, mas o suficiente para me fazer imaginar cenas que o horário talvez não me permita contar. E se você não se sente assim, se você pretende me esquecer, tudo bem, vá em frente e esqueça a garota que te passava horas no telefone com você. E se algum dia você resolver vir atrás de mim… eu estarei aqui te esperando, porque eu ainda não tomei todo o sorvete, e dá próxima vez que o carrinho passar, eu vou agarrá-lo com tanta força, que ele nunca mais vai sair do meu lado.”